segunda-feira, 22 de junho de 2009
Acompanhe o 2º Plus e a palestra com Antônio Tabet em tempo real.
sexta-feira, 19 de junho de 2009
"Por que advogados precisam de diploma de direito?": não aguento mais ouvir essa frase!
Mês do catarinense no Costão do Santinho
www.costao.com
(post feito via celular)
5a Festa da Gastronomia Italiana
Começa hoje em Nova Veneza a 5a Festa da Gastronomia Italiana. Os restaurantes estarão abertos hoje de noite e sábado e domingo o dia inteiro. A programação cultural dura o dia inteiro e oferece shows, apresentações folclóricas e brincareiras. Não perca o capeonato de mora às 10h da manhã de sabado!
(post feito via celular)
quinta-feira, 18 de junho de 2009
Cinco argumentos contra a obrigatoriedade do diploma
- a melhor forma de melhorar a qualidade das faculdades de jornalismo é derrubar a obrigatoriedade do diploma. Vão sobreviver as escolas que realmente fizerem a diferença
- se fosse verdade que é necessário diploma para fazer bom jornalismo, o que se fazia no Brasil antes de 1969?
- se fosse verdade que é necessário diploma para fazer bom jornalismo, o que se faz nos EUA? Na Inglaterra? Na França? (pra ficar só em três)
- a falta de diploma não avilta os salários. A Folha paga salários tão altos quanto qualquer jornal, se não mais altos.
- é ridículo dizer que as empresas querem o fim do diploma obrigatório para pagar menos. Não só porque os fatos provam que isso é mentira (ver ponto 4), mas porque o que qualquer empresa quer é ter os melhores profissionais. Os mais competentes. Os mais inteligentes. Os mais bem formados.
Observação importante: não sou contra as escolas de jornalismo. Sou a favor, desde que elas sejam boas. Mas sou a favor também de que o aspirante a jornalista possa dedicar seu precioso tempo a outro tipo de formação, se julgar que é isso que vai deixá-lo mais preparado para fazer um bom trabalho.
Um jornalista precisa fundamentalmente:
- a) entender do assunto que vai cobrir, para não ser usado pelas fontes;
- b) saber levantar informações relevantes que os poderes querem esconder;
- c) transformar as informações numa história articulada e compreensível.
Escolas de jornalismo não resolvem o ponto a.
Poderiam até ajudar muito no b e no c, mas minha experiência mostra que não fazem isso.
Os pontos b e c podem ser aprendidos em cursos de especialização ou até na prática.
Artigo de Ana Estela de Souza Pinto, do Blog Novo em Folha
Curso de Filosofia em Criciúma

Oficina de Fotografia Pinhole
Nessa modalidade de fotografia nós montamos a nossa própria câmera a partir de uma caixa ou lata bem vedada, que não deixe passar luz. O processo é muito simples, basta fazer um micro furinho, do tamanho da ponta de uma agulha (por isso o nome da técnica) em um lado da lata e no outro colocar um papel fotográfico fotosensível.A gente leva a lata com o furinho tapado até onde queremos fazer a foto, acomodamos a lata e destapamos o furo. Depois é só tapar de novo e ir para o laboratório revelar. Como o furinho é muito pequeno, o tempo de exposição é bem mais longo do que o de uma foto normal, variando de alguns segundos até horas.
No fim as partes mais mais claras da imagem vão ter sensibilizado o papel, e as mais escuras não. Por isso a imagem se formará em negativo. Para fazer o positivo da imagem é só colocar o negativo em cima de outra folha de papel fotosensivel e disparar a luz, já no laboratório.
Pode parecer complicado, mas é muito divertido fazer imagens em pinhole. Eu fazia bastante quando era monitora no laboratório de fotografia da UFRGS, mas como não dá para fazer o processo sem um laboratório de revelação manual, eu nunca mais brinquei com a minha latinha.
Agora você também pode experimentar!
O SESC, em parceiria com o Curso de Artes Visuais da UNESC e a Casa da Cultura Padre Bernardo Junkes de Içara, está promovendo uma Oficina de Pinhole nos dias 22 e 23 de Junho. A oficina é gratuita e cada aluno deve apenas levar a sua propria lata metálica (tipo as antigas de Nescau com tampa metálica ou aquelas de panetone, desde que seja com tampa metálica). Quem vai dar o curso é o fotógrafo e artista plástico Álvaro de Azevedo Diaz.
Os horários serão: dia 22 de junho das 18h às 22h e dia 23 das 13h às 18h e das 19h às 22h. Para se inscrever ligue para o Setor de Cultura do Sesc Criciúma: 3437-7183 As vagas são limitadas!
Algumas experiências que eu fiz lá em Porto Alegre:
Auto-retrato com um poste (15 segundos de exposição)
Laboratório de Interação Mediada por Computador (2 horas de exposição)
A primeira imagem é o negativo e a segunda o positivo.
Jornalismo de luto

Agora é fato: para atuar como jornalista não é mais necessário ter diploma de curso superior
A palavra de ordem é retrocesso: o presidente do Sindicato dos Jornalistas de SC, Rubens Lunge, e a coordenadora do curso de Jornalismo da Faculdade Satc, Lize Burigo consideraram a decisão do Supremo um retrocesso. Mas Lize Burigo salienta que o conhecimento adquirido pelo jornalista formado não pode ser tirado e "é isso que fará a diferença entre o jornalista graduado e aquele que acha que sabe fazer". Já o presidente do Sindicato reforça que o diploma não será exigido, mas continua sendo obrigatório o Registro Profissional. "Perdemos a obrigatoriedade da formação universitária, agora precisamos nos fortalecer ainda mais para não perder outros direitos históricos. Para isso o sindicato precisa contar com a participação de todos", afirmou Rubens Lunge.
Protestos
O Jornal da Manhã expressou a indignação de seus profissionais com uma capa "de luto" e jornalistas de Criciúma estão se organizando para comparecerem todos vestidos de preto hoje na entrega do Prêmio Acic de Jornalismo.
Os blogs e twitter de jornalistas estão bombando com opiniões e declarações sobre o caso. Lene de Costa, jornalista que atua em veículos da web, afirmou em seu blog:
"Conheço pessoas fantásticas que tem o dom da cura, mas elas não podem ser consideradas médicos.Conheço pessoas que argumentam como ninguém e defendem realmente os direitos de quem precisa, mas elas não podem se intitular advogados.Mas para o STF, quem escreve ou fala bem atrás do microfone, em frente às câmeras, ora, pode muito bem ser jornalista. Ser formador de opinião. Ser tomado por verdadeiro."
Magali Colonetti, formada em Publicidade e Jornalismo, tem medo de que a decisão do STF influencie os administradores de veículos de comunicação a contratarem pessoas não graduadas para economizar. "Tenho medo de maus administradores que poderam enxergar ai uma forma de redução de custos com a folha de pagamento. Sem o diploma a hora/trabalho deverá ser mais barata.", afirma Magali. Mas ela acredita que boas empresas continuarão valorizando o jornalista formado e que vale a pena ter estudado para exercer a profissão: "Conhecimento teórico sempre é importante. Sem falar que estudando quatro anos você constrói uma base legal e não precisa iniciar totalmente do zero em uma profissão. Bom para o profissional e bom para a empresa que não precisa ensinar todos os mínimos detalhes de como exercer a profissão para o novato."
Enquanto alguns afirmam que a não obrigatoriedade do diploma não trará grandes mudanças nas empresas de comunicação, outros não estão nada otimistas. Taize Pizoni, jornalista que já trabalhou em diversos veículos, hoje atua como assessora de imprensa do Hospital São José e repórter do Jornal da Manhã, acredita que as empresas tem interesse em contratar pessoas não formadas para exercer a profissão de jornalista. "A ação que resultou neste trágico fim foi movida pelo Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão de São Paulo. O que reafirma o interesse da direção dos veículos de comunicação em não ter jornalistas diplomados", justifica Taize.
Leia também:
Sou jornalista e não desisto nunca - artigo de Maíra Rabassa, ex-diretora executiva do Sindicato dos Jornalistas de SC.
Fontes:
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Seja um voluntário no CVV
Se você tem mais de 18 anos e um coração amigo para ouvir, confiar, respeitar, aceitar e compreender o próximo, pode se tornar voluntário no CVV.
As pessoas que ligam para o CVV não precisam se identificar e podem romper o contato a qualquer instante, dentro dos princípios de sigilo e anonimato que a central oferece. O contato pode ser feito através de telefone ou chat online, e os voluntários que fazem o atendimento recebem apoio e orientação do resto da equipe durante a conversa. Os voluntários, que também permanecem anônimos, trabalham em postos que provém auxilio 24h por dia para os angustiados.Os interessados em ser voluntários podem fazer o treinamento que inicia sábado dia 04 de julho de 2009 às 08:30h no Auditório São José. Basta entrar em contato pelo fone 3439-0222 ou por e-mail: criciuma@cvv.org.br. É necessário ter disponibilidade de tempo de 4 horas e meia semanais para os plantões.
Para entrar em contato com a Central de Valorização da Vida ligue 141, 3439-0222 ou acesse o site para o atendimento por chat. O endereço em Criciúma é R. João Pessoa n. 151 no centro.
Notícia enviada por @everaldofabris
terça-feira, 16 de junho de 2009
Doe Livros

